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Um pouco sobre nossa decadente educação

Que a educação em todo o mundo ocidental é decorrente da atividade dos religiosos, nenhuma pessoa com mais de dois neurônios é capaz de negar. Que Dom João VI ficou de certo modo assustado de não ter tido esse mesmo processo no Brasil antes de sua vinda ao fugir de Napoleão, também não é uma novidade. Até mesmo os inimigos secularistas e anti-religiosos sabem que a expulsão dos jesuítas, e das outras ordens religiosas foi peça fundamental para o atraso nas terra tunipiquins, então Reino de Portugal, em relação aos outros países colonizados por ingleses e espanhóis.


A novidade que trago é apenas um detalhe de algo arquiconhecido: como e por quais razões o marquês de Pombal teve a brilhante idéia de destruir a ação daqueles que mais fomentaram a educação no mundo.


Para entender a trama é necessário voltarmos à época de Dom João V (1689-1750). Ele muito ajudou as ordens religiosas na empreitada de construir igrejas, conventos e seminários para a formação do clero. De modo especial, auxiliou e financiou um padre jesuíta amigo seu: Gabriel Malagrida.

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